É FESTA

Estou comemorando mais um ano do videokê.

Quem me acompanha a tantos anos pode traçar um histórico do que foi essa trajetória ao longo desses anos.

Espadeiro, Casa da Mãe Joana, Acaso Bar, Alzirão, Café Passos, Boate Six, Imperial Café, Gente Boa, ufa.

É um videoke mutante, quase uma Fênix que precisa se refazer das cinzas e recomeçar.

Estou hoje no ClubMixBar. E decidimos comemorar as tantas voltas que o mundo dá.

É uma roda gigante, cheia de altos e baixos, mas acreditem, é sempre um novo desafio.

A CONFRARIA CARIOCA DE VIDEOKÊ, vem para resgatar um sonho antigo. Um sonho de criar uma associação, um clube, para que os amantes do videokê pudessem se encontrar, se abraçar, se exprimir, cantar. Ninguém pode impedir nossos sonhos, porque não podem sonhar sonhos que não são seus.  Elas podem até se apoderar deles, mas eles não vem da alma e ao dormir não sonham nossos sonhos, ao contrário, tem pesadelos sobre como farão para manter acesas chamas que não podem ser alimentadas.

Então, amigos, está dado o recado.

Um beijo no coração e sonhem sempre.

Ainda vale a pena.

 

VIDEOKE DO CLUB MIX BAR

Pode ser que seja verdade.

Quando navegamos um mar de palavras e que vêm e vão, nos sentimos como num barco à deriva.

Quando não há COMPROMISSO, a palavra dita atrapalha a vida de todos os envolvidos.

Existe um grande hiato entre as palavras e a realidade, entre o que nos é prometido e o que é cumprido.

Por isso, meus amigos, o VIDEOKECLUBEGENTE BOA corre um grande risco.

Estória do licor Strega

Quando terminamos uma refeição num restaurante, normalmente segue-se o pedido de café e licores.

Dentre a variedade de licores disponíveis em bons restaurantes, um deles tem sabor diferenciado e uma estória que data da antiguidade: seu nome é LICOR STREGA, com sabor diferenciado e místico.

Segundo uma antiga lenda, neste licor estão encerrados os dois princípios: o Bem e o Mal.

No dístico superior encontramos a figura de uma mulher velha, com a vassoura sobre os ombros: Uma Bruxa, que representa a Magia Negra.

Na Idade Média, era costume de reis e príncipes, convidarem barões e outros senhores feudais, que por alguma razão haviam se tornado inimigos, para um banquete de reconciliação nos palácios reais.

Após o banquete e a reconciliação enganadora, na jora em que eram servidos o café e o licor STREGA, os anfitriões adiconavam veneno nos licores, matando seus inimigos na mesa de banquete.

Esta era um prática comum entre os BIORGA e os MÉDICIS, envenenadores famosos na Idade Média.

No dístico inferior, observa-se um conjunto de moças, dançando com seres mitológicos, uma cantiga de roda em torno da árvore cuja casca se elabora o licor STREGA.

Estas moças vestidas de branco, nada mais são que as Vestais, ou seja, moças virgens, normalmente as caçulas de famílias numerosas, cujos pais as entregavam aos serviços dos deuses, pois estes povos eram politéistas (principalmente na Grécia e em Roma).

As missões principais destas virgens eram a troca das toalhas brancas dos altares dos Deuses a quem serviam, a manutenção das lamparinas de azeite e a distribuição da água lustral.

A virgindade das Vestais e a pureza de suas missões, significa a Magia Branca, ou seja, o amor.

Por consequencia, neste licor estão encerrados dois princípios  universais: o BEM e o MAL.  A carga positiva de um princípio atraída pela carga negativa do outro produzem a neutralidade, cuja característica principal é traduzida pelo aroma e sabor do licor STREGA, que são inconfundíveis.

Segundo ainda a tradição antiquíssima, um homem e uma mulher que bebem juntos o licor Strega no mesmo cálice, NUNCA MAIS SE SEPARAM NA VIDA TERRENA.

 

(Texto escrito por ANTONIO MANOEL DE SANTA ROSA, segundo os ensinamentos de renomados Mâitres, com os quais o Autor, pessoalmente, teve a felicidade de ser contemplado com a trasmissão do conhecimento).

 

[ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]
Visitante número: